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(5 nov) Forças de segurança do Iêmen inspecionam o local do atentado

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As forças de segurança iemenitas anunciaram nesta segunda-feira o fim de um ataque em Áden reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI) e que foi seguido de uma tomada de reféns na qual morreram 23 policiais.

No domingo, os extremistas executaram um ataque contra o quartel-general da brigada criminal de Aden e conseguiram entrar no edifício, onde fizeram uma quantidade indeterminada de reféns. Dois deles eram policiais, que foram executados.

No total, 23 integrantes das forças de segurança morreram na operação, indicou uma fonte oficial.

As forças de segurança tentaram entrar no edifício três vezes durante a noite, mas a cada oportunidade um homem-bomba detonou os explosivos presos ao corpo e impediu o avanço.

Um quarto homem-bomba acionou a carga nesta segunda-feira, mas as tropas oficiais conseguiram acabar com a tomada de reféns.

Outros dois homens-bomba explodiram no início do ataque para permitir a entrada de seus cúmplices no edifício.

"As forças de segurança conseguiram entrar no edifício e limpar os elementos do mal e do terrorismo", afirma um comunicado divulgado pelo ministério do Interior do governo do presidente Abd Rabbo Mansur Hadi, que estabeleceu sua sede em Aden desde que foi expulso da capital Sanaa no fim de 2014.

Em um comunicado divulgado no domingo, o EI reivindicou o ataque.

O grupo extremista estabeleceu sua presença no sul do Iêmen depois que as forças governistas tomaram a cidade de Aden dos rebeldes huthis em 2015.

Aden e o sul do Iêmen são regiões nas quais a Al-Qaeda implantou sua marca, aproveitando a guerra entre rebeldes e o governo para reforçar sua influência.

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AFP