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Igreja nicaraguense permanecerá no diálogo apesar de calúnias, diz bispo

Manifestantes anti-governo marcham em Manágua, em 22 de julho de 2018. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 22. julho 2018 - 23:12
(AFP)

Os bispos da Conferência Episcopal da Nicarágua (CEN) continuarão a mediar o diálogo nacional apesar da "atitude confrontadora" do governo, que os acusa de golpistas, disse neste domingo o bispo auxiliar de Manágua, Silvio Báez.

"Certamente que chamar ao diálogo neste momento vai ser difícil pela atitude confrontadora que o governo tomou e a linguagem caluniosa contra a igreja", disse Báez a jornalista após a missa na igreja San Miguel Arcángel de Manágua.

O diálogo entre o governo e uma Aliança Cívica de grupos da sociedade civil, do qual a Igreja é mediadora, se encontra estagnado desde o dia 15 de junho. O objetivo é encontrar uma solução para a crise política, que já deixa 280 mortos em três meses.

O presidente Daniel Ortega, de 72 anos, que enfrenta uma crise política derivada de protestos desde 18 de abril, acusou, na quinta-feira os hierarcas católicos de estarem comprometidos com a oposição em um golpe para tirá-lo do poder.

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