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A chegada de Neymar ao Paris Saint-Germain foi comemorada pelos jornais franceses, nesta sexta-feira, que avaliam que o jogador irá elevar o clube a um novo patamar, após o pagamento de 222 milhões de euros

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A chegada de Neymar ao Paris Saint-Germain foi comemorada pelos jornais franceses, nesta sexta-feira, que avaliam que o jogador irá elevar o clube a um novo patamar, após o pagamento de 222 milhões de euros.

"Um rei em Paris", colocou o L'Equipe na capa da edição; "Neymar, o recorde de todas as transações", indicou o Le Monde. O astro brasileiro é capa de quase todos jornais da França, um dia após a confirmação da contratação.

Com o contrato de cinco anos "o mundo acaba de mudar", escreveu Vincent Duluc no editorial do L'Equipe, que coloca Neymar como "um dos acontecimentos mais importantes do futebol francês nos últimos 30 anos".

"A liga francesa recebe um dos três melhores jogadores do mundo, algo que não acontece desde 1892, quando Michel Platini deixou o campeonato", acrescentou Duluc.

Com a chegada do brasileiro, "tanto o PSG como a Ligue 1 remam em direção a uma nova dimensão", acrescenta o principal jornal esportivo do país, que dedicou 18 páginas para a chegada de Neymar.

O brasileiro quer novos desafios e tem dois objetivos: a Bola de Ouro e a Liga dos Campeões.

- Flor e espinho -

A contratação também indica que o futebol "está em direção a um descontrole", escreve o conservador Le Figaro, que avalia que "o PSG tem razões para acreditar no seu investimento", com as receitas que pode gerar através de patrocínio, marketing, ingressos, direitos de televisão, etc.

"A sociedade do espetáculo precisa de tanto dinheiro para o mero divertimento das pessoas?", questiona-se o editorial do jornal, escrito por Etienne de Montety.

"Temos que nos perguntar sobre o sentido deste acontecimento, para voltar, se ainda for possível, ao comedimento", acrescentou.

"Futebol e dinheiro: onde está o limite?", pergunta o diário Ouest France onde o colunistas Rémy Godeau se surpreende com a "benevolência da opinião pública" no caso Neymar.

AFP