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Vista aérea de propriedades queimadas em Santa Rosa, na Califórnia, em 12 de outubro de 2017

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O balanço de mortos na Califórnia subiu para 38 no sábado, enquanto os bombeiros tentavam controlar as chamas que forçaram 100.000 pessoas a abandonar as suas casas.

Cerca de 865 quilômetros quadrados de áreas residenciais, florestas e outras propriedades foram arrasados pelo fogo desde domingo na chamada região do vinho deste estado da costa oeste dos Estados Unidos, informou o Corpo de Bombeiros (CalFire).

"Esses incêndios foram extremamente destrutivos, com uma estimativa de 5.700 estruturas arrasadas", indicou o CalFire em comunicado.

O CalFire anunciou no sábado à noite no Twitter que o número de mortos subiu de 35 para 38. Vinte pessoas faleceram no condado de Sonoma, onde mais de 200 pessoas estão desaparecidas.

A intensidade do vento complicam os trabalhos dos bombeiros.

Diversas igrejas foram usadas como abrigos para alojar aqueles que perderam as suas casas e como local de descanso dos 10.000 bombeiros que combatem as chamas, indicou o jornal Sacramento Bee.

Os incêndios florestais são comuns no oeste dos Estados Unidos durante a estação de seca nos meses mais quentes.

Mas os desta semana foram os mais fatais na história da Califórnia, segundo as autoridades.

O do parque Griffith, em Los Angeles, em 1933, teve um balanço de 29 mortos, e 25 pessoas morreram no de Oakland Hills dois anos antes.

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AFP