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O presidente do Irã discursa na Assembleia Geral da ONU, em Nova York

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O presidente do Irã, Hassan Rohani, afirmou nesta quarta-feira ante a Assembleia Geral da ONU que seu país reagirá com determinação a qualquer violação do acordo nuclear assinado com vários países em 2015.

O dirigente destacou que o acordo pertence à comunidade internacional e não a um ou dois países e que se os Estados Unidos decidirem violá-la, acabarão "destruindo sua credibilidade".

Esse entendimento, acrescentou, foi apoiado pela comunidade internacional e pelo Conselho de Segurança da ONU, mediante a resolução 2231.

Em tom calmo, mas firme, Rohani insistiu que o governo de Teerã respeita rigorosamente os compromissos assumidos pelo acordo.

"Não enganamos ninguém, não somos desonestos", afirmou o presidente iraniano.

A continuidade desses histórico acordo, elaborado para impedir o Irã de se dotar de arma atômica, se tornou um dos temas centrais da 72ª Assembleia Geral da ONU.

Na véspera, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que esse acordo era uma vergonha para Washington.

Em resposta, Rohani criticou "a retórica ignorante, absurda e odiosa, cheia de alegações ridículas e sem fundamentos, que foi utilizada neste recinto" na terça.

Altos funcionários do governo americano - como o secretário de Estado Rex Tillerson e a embaixadora ante a ONU, Nikki Haley - já deixaram claro que são favoráveis a uma rediscussão dos termos desse acordo.

Em Washington, Trump disse a jornalistas que havia chegado a uma decisão sobre a questão do acordo com o Irã, mas não deu detalhes.

A Casa Branca tem até 15 de outubro para informar ao Congresso sobre uma nova certificação do acordo.

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AFP