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Irã classifica sanções dos EUA de 'terrorismo econômico'

Presidente iraniano, Hassan Rohani, em entrevista coletiva em Nova York, em 26 de setembro de 2018

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As sanções americanas "injustas" contra o Irã são "terrorismo econômico" - afirmou o presidente iraniano, Hassan Rohani, em uma conferência regional em Teerã, neste sábado (8).

"As sanções americanas injustas e ilegais contra (...) o Irã constituem um exemplo claro de terrorismo", declarou Rohani, cujo discurso foi transmitido por televisão.

Rohani deu essas declarações em uma conferência sobre a luta contra o "terrorismo", da qual participam os presidentes dos Parlamentos do Afeganistão, da China, do Paquistão, da Rússia e da Turquia.

"O terrorismo econômico se destina a criar pânico na economia de um país e a infundir medo em outros Estados" para impedi-los de investir nele, acrescentou.

"Enfrentamos um assalto global que ameaça não apenas nossa independência e nossa identidade, mas que também tenta romper nossas relações há tempos" com outros países, afirmou.

Os Estados Unidos se retiraram unilateralmente em maio passado do acordo sobre o programa nuclear iraniano firmado em 2015, em Viena, entre Teerã e várias grandes potências.

Posteriormente, o governo do presidente Donald Trump restabeleceu as sanções americanas, sobretudo, contra o setor energético.

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