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O chanceler iraniano Zarif lamentou que a ONU não aja para conter supostos crimes cometidos por Israel.

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O ministro iraniano das Relações Exteriores entrou em contato com várias autoridades internacionais neste domingo com o objetivo de reunir apoios para uma ajuda humanitária na Faixa de Gaza, onde a ofensiva israelense matou mais de mil palestinos em 20 dias.

Para isso, Mohamad Javad Zarif conversou com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, com a chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, e com seus colegas de Catar, Turquia, Egito e Kuwait, assim como com o líder do movimento xiita libanês Hezbollah e com o secretário-geral da Organização de Cooperação Islâmica (OCI).

Em sua conversa com Ban, o chanceler iraniano lamentou que a ONU "não aja com seriedade para colocar fim aos crimes cometidos pelo regime sionista", em referência a Israel, informa a agência oficial iraniana Irna.

As Nações Unidas mobilizaram todos os seus esforços para "iniciar e manter um cessar-fogo duradouro e colocar fim ao bloqueio" israelense imposto à Faixa de Gaza desde 2006, respondeu Ban, segundo a Irna.

"Qualquer trégua precisa vir acompanhada pelo levantamento do bloqueio na Faixa de Gaza", indicou Zarif, garantindo que o Irã estava disposto a acolher feridos palestinos em seus hospitais e a enviar uma equipe de médicos e enfermeiros iranianos a Gaza.

AFP