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(Arquivo) O chanceler do Irã, Mohammad Zarif

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O Irã denunciou nesta sexta-feira "informações falsas da CIA" sobre supostas relações entre as autoridades iranianas e a rede Al-Qaeda, após a publicação dos arquivos de Osama Bin Laden apreendidos em 2011 no Paquistão durante a operação militar que matou o líder terrorista.

"Um novo recorde miserável do efeito dos petrodólares: as informações falsas da CIA e da FDD sobre os documentos seletivos da Al-Qaeda a respeito do Irã não podem apagar o papel dos aliados dos Estados Unidos no (ataque de) 11 de setembro", escreveu no Twitter o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohamad Javad Zarif.

Na quarta-feira, a CIA divulgou 470.000 arquivos que foram encontrados nos computadores de Bin Laden.

Em 2 de maio de 2011, oficiais da divisão especial Navy SEAL mataram Bin Laden em uma casa na cidade paquistanesa de Abbottabad.

Dois integrantes da Fundação para a Defesa das Democracias (FDD), Thomas Joscelyn e Bill Roggio, que tiveram acesso aos documentos antes da publicação, afirmaram que fornecem informações sobre as relações entre a Al-Qaeda e o Irã.

A FDD é um grupo de lobby conhecido por sua oposição radical ao Irã.

A publicação dos documentos coincide com as declarações do presidente americano Donald Trump contra o Irã e as ameaças de sair do acordo assinado pelo governo iraniano e as grandes potências sobre o programa nuclear de Teerã.

O Irã, que nega qualquer vínculo com a Al-Qaeda, dá apoio financeiro e militar ao governo de Bashar al-Assad em sua luta contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI) e o braço sírio da Al-Qaeda.

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AFP