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O ministro iraniano das Relações Exteriores, Bahram Ghasemi, durante coletiva em Teerã, em 22 de agosto de 2017

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O ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou neste sábado que "lamenta" a renúncia do primeiro-ministro libanês Saad Hariri, ao mesmo tempo que rejeitou suas "acusações infundadas" contra o Irã.

Hariri anunciou neste sábado sua renúncia e acusou o movimento xiita Hezbollah, assim como seu aliado Irã, de "controlar" o Líbano e disse que teme por sua vida.

"A repetição de acusações infundadas contra o Irã mostra que esta demissão é um novo cenário para criar tensões no Líbano e na região", declarou o porta-voz do ministério, Bahram Ghasemi.

O porta-voz também negou "qualquer interferência nos assuntos internos do Líbano".

"A repentina demissão de Hariri e seu anúncio em um terceiro país não apenas é lamentável e surpreendente, como demonstra que atua em um terreno criado por aqueles que não querem o bem da região (...) e o único vencedor deste jogo é o regime sionista (...) e não os países árabes e islâmicos", completou Ghasemi, em referência a Israel

"Com o fim próximo do Daesh - acrônimo em árabe do grupo Estado Islâmico - em alguns países da região, chegou o momento de reparar os danos causados pelos terroristas criados pelos Estados Unidos e seus aliados regionais", disse.

O Irã é o principal rival regional da Arábia Saudita, aliada dos Estados Unidos. Os países apoiam lados opostos nos principais conflitos no Oriente Médio, Síria e Iêmen.

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AFP