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O irmão e assessor especial do presidente iraniano Hassan Rohani foi preso por crimes "financeiros"

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Hossein Fereydoun, irmão e assessor especial do presidente iraniano, Hassan Rohani, foi solto nesta segunda-feira (17) à noite após pagar fiança, depois de ter sido detido no domingo (16) por crimes financeiros.

"O tribunal aceitou o pagamento da fiança", indicou a agência de notícias Isna, ao anunciar a libertação de Fereydoun.

A Justiça aceitou uma fiança de US$ 9,3 milhões, apesar do montante inicial ter sido fixado em US$ 13,3 milhões, segundo a imprensa iraniana.

O irmão do presidente tem sido citado há um ano em vários casos de corrupção, especialmente em crimes bancários.

Um ano atrás, o chefe da Inspeção-Geral, Nasser Seraj, denunciou que Fereydoun havia "pressionado" para nomear para a direção do banco Refah um de seus assessores, Ali Sedghi, suspeito de vários "delitos financeiros".

Hossein Fereydoun também estaria ligado a um outro caso envolvendo Ali Rastegar Sorkheie, gerente do banco Melat, que foi preso em um caso de "corrupção bancária" pela Guarda da Revolução, segundo a agência Tasnim, ligada aos conservadores.

Há tempos, os conservadores exigem a prisão de Hossein Fereydoun por corrupção.

AFP