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A ilustração mostra Abdelkader Merah durante seu julgamento na corte de Paris por cumplicidade nos assassinatos praticados por seu irmão, Mohamed, em Toulouse, no ano de 2012

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O irmão mais velho do extremista islâmico francês que matou a tiros sete pessoas em 2012 em Toulouse (sudoeste da França), entre eles três crianças judias, foi condenado nesta quinta-feira (2) a 20 anos de prisão.

Os cinco juízes da corte condenaram Abdelkader Merah por "associação criminosa com fins terroristas". No entanto, retiraram a acusação de cumplicidade, pela qual poderia ser condenado à prisão perpétua.

Um outro homem, Fettah Malki, acusado de ter vendido a arma e o colete à prova de balas usados por Merah sabendo de sua radicalização, também foi considerado culpado de associação criminosa terrorista e condenado a 14 anos de prisão.

A acusação havia solicitado a prisão perpétua para Abdelkader Merah, ao fim de cinco semanas de um processo marcado pela tensão, por testemunhas contundentes de familiares das vítimas e do contexto de ameaça terrorista persistente depois da onda de atentados sem precedentes que varreu a França desde janeiro de 2015.

Os crimes de Merah foram os primeiros atentados jihadistas cometidos na França depois dos praticados pelo Grupo Islâmico Armado (GIA), organização terrorista argelina, em 1995. Os assassinatos marcaram o advento de uma nova forma de terrorismo que iria posteriormente custar a vida de mais de 240 pessoas no país.

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AFP