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Israel aprova plano de US$ 90 milhões para Jerusalém Oriental

O premier de Israel, Benjamin Netanyahu afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 29. junho 2014 - 19:32
(AFP)

O governo israelense aprovou neste domingo um plano de 90 milhões de dólares para garantir o desenvolvimento econômico de Jerusalém Oriental, mas concentrado em segurança, informou a prefeitura.

"Um dos pontos centrais desse plano adotado pelo governo é alcançar uma redução significativa das manifestações de violência, graças a uma ação destinada a reduzir as disparidades em matéria de infraestrutura, empregos, educação e direitos sociais", explicou a prefeitura em comunicado, sem detalhar a divisão prevista dos gastos com desenvolvimento e com segurança.

O plano prevê o aumento de recursos humanos e tecnológicos da polícia para "reforçar a sensação de segurança" da população, indica o comunicado, que garante que o plano deve "possibilitar a curto e médio prazo uma diminuição significativa de mais de 50% das manifestações de violência".

De acordo com a prefeitura, a polícia contabilizou em março e em abril 390 casos de agressões com pedras contra as forças de segurança e veículos particulares em Jerusalém Oriental.

O plano parte do princípio de que existe "uma estreita relação entre o nível de violência dos habitantes de Jerusalém Oriental e o nível de vida em seus bairros", afirmou a prefeitura.

Jerusalém conta com 306 mil habitantes palestinos, 38% da população da cidade. A área foi conquistada durante a guerra de junho de 1967 e anexada, embora a comunidade internacional nunca tenha reconhecido a anexação. Mais de 200 mil israelenses vivem em assentamentos na cidade.

À margem das questões de desenvolvimento econômico dessa parte da cidade, a tensão que predomina na região se deve ao congelamento do processo de paz e à oposição de Israel às pretensões palestinas de que a cidade se transforme na capital de um futuro Estado.

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