Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Judias rezam no Muro das Lamentações, em Jerusalém, em 28 de setembro de 2017

(afp_tickers)

Israel parou totalmente nesta sexta-feira para celebrar o Yom Kippur, o dia mais importante do calendário judeu, enquanto os Territórios Palestinos foram submetidos a um cerco para evitar atentados.

O Yom Kippur, o dia do Grande Perdão, começa no cair da tarde de sexta-feira e termina no sábado com o aparecimento das primeiras estrelas.

No período, os judeus não podem trabalhar, dirigir nem usar a eletricidade. O dia é dedicado ao jejum e à oração. Não há tráfego aéreo, nem transmissões de rádio e TV.

Tradicionalmente é o dia de maior presença nas sinagogas.

O exército decretou o fechamento das passagens fronteiriças entre os territórios palestinos e Israel a partir de quinta-feira à meia noite até o sábado à meia-noite.

Salvo os casos de urgência humanitária, os pontos de cruzamento da Cisjordânia e da Faixa de Gaza estão fechados, informou à AFP uma porta-voz do exército.

A polícia mantém um enorme dispositivo de segurança "na Cidade Velha de Jerusalém e no Muro das Lamentações, onde milhares de visitantes comparecem durante o jejum", explicou esse porta-voz.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP