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Raed Jarrar, que trabalha para a divisão do Oriente Médio e África do Norte da ONG, foi impedido de entrar, na segunda-feira, na Cisjordânia ocupada depois de deixar a Jordânia, segundo a Anistia Internacional e responsáveis israelenses

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Israel negou a entrada na Cisjordânia ocupada a um funcionário americano da Anistia Internacional vinculado, segundo o Estado hebreu, ao movimento que promove um boicote contra o governo por sua política nos Territórios Palestinos, informaram responsáveis.

Raed Jarrar, que trabalha para a divisão do Oriente Médio e África do Norte da ONG, foi impedido de entrar, na segunda-feira, na Cisjordânia ocupada depois de deixar a Jordânia, segundo a Anistia Internacional e responsáveis israelenses.

Esta medida foi tomada, de acordo com um porta-voz do Ministério do Interior israelense, por recomendação do ministro de Segurança Interior, Gilard Erdan, em nome da luta contra o movimento BDS (boicote, desinvestimento e sanções), que pede para pressionar Israel para que respeite os direitos dos palestinos.

Segundo a Anistia, Jarrar, de origem palestina, ia visitar a família depois da morte de seu pai.

"O fato de impedirem a entrada de Raed Jarrar depois de o interrogarem sobre seu trabalho com a Anistia Internacional sugere que essa decisão foi tomada em represália à ação realizada pela organização contra as violações dos direitos humanos (nos Territórios Palestinos ocupados)", lamentou Philip Luther, diretor para Oriente Médio e África do Norte da ONG.

O Parlamento israelense adotou em março uma lei que proíbe a entrada no território de qualquer pessoa não israelense ou que não seja residente permanente e tenha pedido o boicote.

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AFP