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Elor Azaria sorri ao chegar à base militar de Tzrifin, no centro de Israel

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O chefe de Estado-Maior do exército israelense decidiu reduzir em quatro meses a pena de prisão de um soldado condenado a 18 meses por ter matado um atacante palestino, indicou nesta quarta-feira (27) um porta-voz militar.

O soldado franco-israelense Elor Azaria foi preso no dia 9 de agosto, em um caso que suscitou muito polêmica em Israel há um ano e meio.

O porta-voz do exército disse à AFP que o chefe de Estado-Maior, o general Gadi Eisenkot, levou em consideração o fato de se tratar de um “soldado combatente” e de que ele era muito afetado por repercussões políticas e midiáticas sobre o seu caso.

No último 30 de julho, após um julgamento muito midiatizado, um tribunal de apelação militar confirmou a condenação do soldado a 18 meses de prisão por homicídio doloso.

Elor Azaria, membro de uma unidade de paramédicos, foi filmado por um militante pró-palestinos no dia 24 de março de 2016 quando disparou na cabeça de Abdel Fattah Al Sharif em Hebron, na Cisjordânia ocupada.

O palestino havia atacado soldados israelenses com uma faca e, após sofrer os disparos, permaneceu no solo.

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AFP