Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

(Julho) Criança na janela de casa palestina ocupada por colonos israelenses na cidade de Hebron, Cisjordânia

(afp_tickers)

Israel decidiu permitir aos colonos judeus que vivem cercados por palestinos em Hebron que administrem seus assuntos municipais, acentuando ainda mais, segundo a ONG, a divisão nesta cidade ocupada da Cisjordânia e reflexo do conflito israelense-palestino.

O general Roni Numa, que dirige o exército israelense na região, assinou nesta quinta-feira uma ordem que estabelece uma administração municipal que "representará os residentes" judeus de Hebron e lhes "proporcionará diferentes serviços", indicou o exército em um comunicado.

Os 800 judeus que vivem entrincheirados sob grande proteção militar entre 200.000 palestinos, têm há anos uma comissão que exerce a municipalidade, segundo o exército.

Mas nunca foi "legalizada" para o direito israelense, acrescentou.

"Ao acordar um estatuto oficial aos colonos de Hebron, o governo israelense formaliza o sistema do apartheid na cidade", reagiu a organização israelense anticolonização Paz Agora.

Hebron, maior cidade de Cisjordânia, é considerada um barril de pólvora onde a coexistência entre palestinos e judeus é fonte de tensões violentas permanentes.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP