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Luisa Ortega, recém-destituída do posto de procuradora-geral da Venezuela, fala à imprensa em Caracas

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O ministério das Relações Exteriores criticou neste domingo a destituição da procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, por parte da Assembleia Constituinte, impulsionada pela Constituinte do presidente Nicolás Maduro.

A medida é "arbitrária e ilegal" e "compromete a independência do Ministério Público e a preservação das garantias e liberdades fundamentais, confirmando a instauração de um estado de exceção na Venezuela", ressaltou o Itamaraty em um comunicado.

Ortega, advogada chavista de 59 anos, que rompeu há quatro meses com Maduro e tem denunciado violações aos direitos humanos em seu país, foi destituída no sábado por supostamente mentir em acusações contra o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

A procuradora afirmou que não reconhece sua destituição e acusa Maduro de ter impulsionado a polêmica Assembleia Constituinte por "ambições ditatoriais".

Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai decidiram neste sábado suspender a Venezuela do Mercosul por considerar que no país houve uma "ruptura da ordem constitucional".

A Venezuela é sacudida por protestos da oposição diárias desde abril, que já deixaram 125 mortos.

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AFP