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Milhões de japoneses acordaram nesta terça-feira com a alarmante mensagem do governo para que procurassem abrigo diante de um míssil norte-coreano.

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Milhões de japoneses acordaram nesta terça-feira com a alarmante mensagem do governo para que procurassem abrigo, diante de um míssil norte-coreano que sobrevoava o arquipélago.

As sirenes tocaram em todas as localidades situadas na trajetória do míssil balístico, que sobrevoou o território japonês durante dois minutos antes de cair no mar.

Minutos antes, o governo enviou uma mensagem de texto para os smartphones advertindo sobre o lançamento: "míssil em curso, míssil em curso".

O alerta orientou a população a buscar abrigo e a se afastar de objetos suspeitos, cuja presença deveria ser comunicada imediatamente à polícia.

Nos transportes públicos da ilha de Hokkaido, na parte norte do arquipélago, os telões informaram os passageiros sobre o tiro de míssil e o tráfego esteve brevemente interrompido.

"Todas as linhas apresentam perturbações. O motivo: um tiro de míssil balístico", advertiam os telões em Sapporo, principal cidade da ilha de Hokkaido.

"Em duas de nossas estações do metrô os passageiros chegaram a se proteger", contou um porta-voz.

No porto de Erimo, situado na área da trajetória, o alarme causou surpresa: "não acreditei que passaria por nossa zona, isto nunca aconteceu antes", contou à AFP Hiroyuki Iwafune, representante da cooperativa local de pescadores.

"Fiquei preocupado. Todos sentiram a mesma coisa, mas o que se pode fazer? Se esconder aonde"?!

Julia Kotake, estudante da Universidade de Tóquio, se disse assustada com a possibilidade de um míssil atingir o Japão.

Em Tóquio, que está 700 km ao sul da trajetória do míssil, o tráfego ferroviário também foi parcialmente interrompido.

"Atualmente, um míssil norte-coreano está voando sobre o Japão", anunciaram os alto-falantes. "Por favor, procurem abrigo nas plataformas de espera ou dentro dos trens".

Na base militar americana em Tóquio, o Japão acionou o sistema antiaéreo Patriot 3 (PAC-3), como parte do protocolo de defesa.

"Praticar este tipo de exercício nos permite manter nosso sistema de resposta em caso de ameaça de míssil balístico e fortalecer nossa força de persuasão, não apenas do nosso país, mas também da aliança Estados Unidos-Japão", declarou Hiroaki Maehara, comandante da Força Aérea de Autodefesa do Japão (JASDF).

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AFP