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A jihadista francesa Djamila Boutoutaou durante julgamento em Bagdá, no Iraque, em 17 de abril de 2018

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Um jihadista de nacionalidade francesa, Djamila Boutoutaou, 29 anos, foi condenada à prisão perpétua no Iraque por pertencer ao grupo extremista Estado Islâmico (EI).

De origem argelina, Djamila Boutoutaou, uma cristã convertida ao Islã, explicou que viajou ao Iraque ao lado do marido, um rapper.

"Viajamos a Istambul de férias e quando estávamos na Turquia eu soube que meu marido era uma jihadista", afirmou Boutoutaou, que perdeu um filho em um bombardeio em 2017 no Iraque.

Nos últimos meses, dezenas de turcos e uma cidadã alemã foram condenados no Iraque à pena de morte por vínculos com o EI.

A lei antiterrorista iraquiana permite processar pessoas que ajudaram o EI, mesmo quando não participaram em ações violentas.

Ao mesmo tempo, a lei prevê a pena capital para os integrantes do Estado Islâmico, inclusive os não combatentes.

Quase 2.000 pessoas foram capturadas no Iraque durante os combates que permitiram expulsar os jihadistas de praticamente todo o território iraquiano.

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AFP