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O vice-presidente destituído Oriol Junqueras chega ao tribunal de Madri em 2 de novembro de 2017

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A juíza Carmen Lamela, da Audiência Nacional espanhola, determinou a prisão provisória, à espera do julgamento, para oito membro do governo independentista catalão destituído, investigados por sedição e rebelião, enquanto um nono acusado poderá sair em liberdade provisória se pagarem a fiança.

A juíza do alto tribunal de Madri tomou a decisão contra os nove membros do governo destituído, incluindo o vice-presidente Oriol Junqueras, que foram testemunhar nesta quinta-feira.

Não compareceram para depor o presidente Carles Puigdemont e outros quatro conselheiros catalães (ministros), que estariam na Bélgica.

Além de Junqueras, os afetados são Joaquim Forn (Interior), Josep Rull (Território), Jordi Turull (Porta-voz), Raúl Romeva (Relações Exteriores), Meritxell Borràs (Governação), Dolors Bassa (Trabalho) e Carles Mundó (Justiça).

O conselheiro que pode sair da prisão, sob a fiança de 50.000 euros, é Santi Vila, que deixou o governo antes da proclamação de independência de 27 de outubro e foi o único que respondeu os questionamentos da juíza e da Procuradoria em seu depoimento, diferentemente dos outros, que somente responderam as perguntas de seus advogados.

Por conta do não comparecimento, o procurador da Audiência Nacional solicitou ordens europeias de prisão contra Puigdemont e os quatro ministros que "estão ou ao menos viajaram para a Bélgica", segundo o documento da Procuradoria ao qual a AFP teve acesso.

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AFP