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Dois juízes venezuelanos que receberam asilo político do Panamá permanecem na embaixada do país em Caracas à espera de obter uma permissão para sair do país

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Dois juízes venezuelanos que receberam asilo político do Panamá permanecem na embaixada do país centro-americano em Caracas à espera de obter uma permissão para sair do país, informou nesta quinta-feira a chanceler panamenha, Isabel de Saint Malo.

"Estamos no trâmite com o governo venezuelano dos respectivos salvo-condutos para que possam sair do território venezuelano e entrar em território panamenho. Estão na embaixada" do Panamá em Caracas, disse De Saint Malo a jornalistas durante um ato público.

Na última sexta-feira o Panamá concedeu asilo político a Gustavo Sosa Izaguirre e Manuel Antonio Espinoza Melet, integrantes da Corte Suprema paralela nomeada pela Assembleia Nacional em 21 de julho, que o governo de Nicolás Maduro não reconhece.

O presidente do Panamá, Juan Carlos Varela, disse na semana passada que o asilo foi concedido porque Sosa e Espinoza "estão sendo agora, de uma forma ou de outra perseguidos pelo governo (da Venezuela)".

Sosa denunciou "constantes ameaças e intimidações de altos funcionários do governo venezuelano e militantes do partido do governo", enquanto Espinoza falou de uma "atroz perseguição" contra os magistrados e suas famílias.

O Panamá não reconhece a Assembleia Constituinte impulsionada por Maduro e apoia as sanções de Washington contra funcionários do governo venezuelano.

AFP