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Julgamento de Chapo: júri quer saber mais sobre tráfico de metanfetaminas

Eduardo Balarezo, advogado defensor de Joaquín "Chapo" Guzmán, chega à corte federal do Brooklyn em 5 de fevereiro de 2019 em Nova York afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 05. fevereiro 2019 - 19:51
(AFP)

O júri do julgamento contra Chapo Guzmán, que culminou na terça-feira (5) o segundo dia de deliberações sem um veredito, pediu ao juiz várias provas relacionadas ao alegado tráfico de metanfetamina do traficante mexicano para os Estados Unidos.

Em seu segundo dia de deliberações depois de um julgamento de três meses, o júri ouviu outra vez uma conversa telefônica interceptada pelo governo americano onde Joaquín "Chapo" Guzmán conversou com uma mulher sobre o tráfico de "gelo", um tipo de metanfetamina que parece gelo picado.

Ele também pediu parte do testemunho de Jesus "Rey" Zambada, que cuidou das operações do cartel de Sinaloa na Cidade do México, ligado ao principal traficante de metanfetamina de Chapo.

O júri solicitou a transcrição completa dos testemunhos dos irmãos colombianos Alex e Jorge Cifuentes, grandes fornecedores de cocaína do Chapo, que lhe ajudaram a vender essa droga, heroína e metanfetaminas no Canadá e nos Estados Unidos.

Os testemunhos de Alex Cifuentes e seu irmão Jorge se estenderam ao longo de vários dias, e até o fim do dia o júri não havia recebido ainda o material, o que faz pensar que o veredito pode demorar mais do que o previsto.

Finalmente, o júri pediu o testemunho completo de Juan Aguayo, um agente da Patrulha Fronteiriça americana que em 2012 capturou três homens do Chapo e apreendeu 36 grandes pacotes de maconha na praia de Tijuana.

El Chapo ouviu o juiz em silêncio.

Os 12 jurados decidirão se Joaquín "Chapo" Guzmán é culpado ou não das 10 acusações e 27 violações das que é acusado, incluindo o tráfico de centenas de toneladas de cocaína, heroína, metanfetamina e maconha para os Estados Unidos ao longo de 25 anos, lavagem de dinheiro e posse de armas de fogo.

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