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(Arquivo) O presidente argentino, Mauricio Macri

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Uma nova investigação por tráfico de influência e favorecimento ao grupo empresarial da família do presidente argentino Mauricio Macri foi aberta nesta quarta-feira, poucas horas antes de seu discurso inaugural das sessões do Congresso, informaram fontes judiciais.

O procurador Jorge Di Lello abriu a investigação por alegados crimes de "associação ilícita, negociações incompatíveis, fraude contra a administração pública e tráfico de influência" ao outorgar rotas aéreas a uma empresa de aviação supostamente ligada ao Grupo Macri.

É o segundo caso na justiça contra o chefe de Estado por favorecimento do poderoso Grupo Macri. Ele foi acusado de perdoar 98% de uma dívida de milhões de dólares da companhia que remonta aos anos que obteve a concessão dos Correios, de 1997 e 2003.

Após despertar polêmica, o presidente voltou atrás nessa decisão e anunciou que o acordo havia voltado "à estaca zero", mas essa decisão não impede a investigação.

A nova denúncia contra Macri, outros altos funcionários e empresários, foi apresentada por deputados da oposição em rejeição a concessão pelo Governo de rotas aéreas para as empresas de baixo custo Avian e Fly Bondi.

A denúncia afirma que decisão prejudica a estatal Aerolíneas Argentinas, e sustenta que Avian está vinculada comercialmente aos Macri e Fly Bond ao coordenador do gabinete econômico, Francisco Quintana.

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AFP