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Logo da Odebrecht na Vila Olímpica do Rio de Janeiro, 23 de junho de 2016

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A Justiça argentina confirmou nesta sexta-feira (23) o arquivamento do processo envolvendo o chefe da Inteligência, Gustavo Arribas, que recebeu apoio do presidente Mauricio Macri após ser acusado por um operador da Odebrecht de receber ordens de pagamento de US$ 850 mil em 2013.

A Sala 3 da Câmara de Cassação ratificou o arquivamento do processo do titular da Agência Federal de Inteligência, indeferindo a apelação feita pela Procuradoria de Investigações Administrativas (PIA) a uma sentença de primeira instância do juiz Rodolfo Canicoba Corral.

Os integrantes desta instância justificaram a decisão, alegando que, na época dos fatos investigados, Arribas não era funcionário.

"O processado na data da ação em termos de investigação não assumiu função alguma no âmbito da administração pública", indica a sentença divulgada nesta sexta-feira.

Arribas é, até agora, o único nome que surgiu na Argentina relacionado ao escândalo.

O funcionário foi apontado por Leonardo Meirelles, operador financeiro da Odebrecht, condenado no Brasil e que confessou estar à frente do pagamento de propina da empreiteira, pelo qual foi aberto um processo na Justiça argentina.

Diante de um procurador argentino, Meirelles declarou ter efetuado, em 2013, transferências no total de US$ 850 mil ao atual chefe da Inteligência de Macri, que o acusou de falso testemunho.

O funcionário reconhece apenas ter cobrado de Meirelles US$ 70 mil pela venda de móveis de uma casa que tinha no Brasil, durante o período em que morou no país.

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AFP