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Sebastián Dávalos, filho da presidente chilena Michelle Bachelet, e sua mulher, Natalia Compagnon, no tribunal de apelações de Rancagua, em 16 de dezembro de 2016

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A Justiça chilena rejeitou, nesta segunda-feira (18), arquivar o caso de Sebastián Dávalos, filho da presidente Michelle Bachelet, investigado por corrupção, um processo aberto após a compra e a venda milionária de terrenos.

A decisão anunciada pelo Tribunal de Garantias de Rancagua (centro) reafirma o veredicto da corte de apelações daquela cidade, que, em abril, decidiu manter "processos pendentes" sobre Dávalos, apesar de descartar uma acusação por obstrução da investigação de sua esposa, Natalia Compagnon, também acusada de evasão fiscal e investigada por tráfico de influência e subornos.

"Insistem e insistem que têm que investigar os fatos. Cheguem às suas próprias conclusões", disse Dávalos à imprensa na saída do Tribunal.

Já Compagnon demonstrou seu incômodo com a extensão de um processo que começou em 2015, após a imprensa revelar uma milionária compra e venda de terrenos no sul do Chile por parte da empresa Caval, da qual a nora de Bachelet é sócia.

A transação foi realizada após o casal pedir, diretamente a um dos donos de um dos maiores bancos do Chile, um crédito milionário para comprar os terrenos. Isso aconteceu em plena campanha eleitoral, que tinha Bachelet como favorita.

"Tem que esperar. Ainda falta muito. É esgotador, vocês também estão cansados de nos perseguirem", afirmou Compagnon para os jornalistas reunidos no tribunal.

O chamado "caso Caval" estourou 11 meses depois de a socialista Bachelet assumir seu segundo mandato, em março de 2014, atingindo em cheio sua popularidade.

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AFP