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(Arquivo) O ex-presidente egípcio Mohamed Mursi, no Cairo, em 18 de junho de 2016

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O Supremo Tribunal egípcio ratificou neste sábado (16) uma condenação à prisão perpétua contra o ex-presidente islamita do Egito Mohamed Mursi.

A sentença, que é definitiva, confirma uma condenação à prisão perpétua - 25 anos no Egito - feita em 2016 contra Mursi por ter comandado uma "organização ilegal", disse seu advogado, Abdel Moneim Abdel Maqsud, à AFP.

No mesmo caso, relacionado com a entrega de segredos ao Catar, o Supremo anulou a pena de 15 anos de prisão que havia sido imposta a Mursi em primeira instância pelo roubo de documentos do Estado.

O Supremo revisou o caso, depois que os advogados do ex-presidente islamita, derrubado em 2013 pelo Exército, recorreram da sentença inicial, de 2016.

O tribunal também julgou outros cinco acusados, dos quais três foram condenados à morte, um à prisão perpétua, e o último a uma pena de 15 anos de prisão.

O julgamento tratou do suposto caso de entrega de segredos ao Catar, país aliado do então governo Mursi que criticou o golpe contra o ex-presidente.

O Catar sempre negou as acusações sobre esses documentos.

Centenas de seguidores de Mursi morreram nos protestos posteriores à sua queda, e outros milhares foram presos pelo governo de seu sucessor, Abdel Fattah al-Sissi.

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AFP