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Justiça sueca mantém ordem de prisão contra fundador do WikiLeaks

O fundador do Wikileaks, Julian Assange afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 16. julho 2014 - 17:08
(AFP)

Um tribunal sueco manteve nesta quarta-feira a ordem de prisão por agressão sexual contra o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que está há dois anos refugiado na embaixada do Equador em Londres.

A decisão da corte, que mantém a ordem emitida no final de 2010, representa um revés para Assange em sua tentativa de evitar a extradição para a Suécia.

Assange ficará, dessa forma, na embaixada em Londres, segundo um de seus advogados, Per Samuelson, que acrescentou que a defesa apelará da decisão.

Durante a audiência, realizada no tribunal do distrito de Estocolmo, a promotoria argumentou que não havia motivos para alterar a ordem de prisão.

O fundador do WikiLeaks se refugiou na embaixada equatoriana em Londres em junho de 2012 depois de ter todas as opções legais nos tribunais britânicos para evitar a extradição à Suécia.

Ele diz temer que, se voltar para a Suécia, será extraditado para os Estados Unidos, onde pode ser processado e condenado depois que o WikiLeaks trouxe à luz milhares de documentos secretos do governo americano.

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