Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Em um ranking de 2017 sobre a liberdade de imprensa elaborado pela organização Repórteres sem Fronteiras, a Turquia ocupa o 155º lugar de uma lista de 180 países

(afp_tickers)

A Justiça turca expediu, nesta quinta-feira (10), mandados de prisão contra 35 profissionais da imprensa, no âmbito de uma investigação sobre seus vínculos com o suspeito de planejar a tentativa de golpe de 2016 no país, Fethullah Gulen - informou a agência de notícias pró-governo Anatolia.

Nove pessoas, incluindo ex-colaboradores, ou funcionários atuais de veículos de comunicação turcos, foram detidos esta manhã, relatou a Anatolia, acrescentando que essas pessoas estão sendo procuradas por "pertencimento a uma organização terrorista".

As autoridades suspeitam de que tenham usado o serviço de troca de mensagem encriptada ByLock. O governo afirma que o aplicativo foi usado como ferramenta de comunicação pelos supostos golpistas, acrescentou a Anatolia.

A Polícia continuava nesta quinta as operações para deter as outras 26 pessoas.

Burak Ekici, um dos chefes de redação do jornal de oposição Birgun, anunciou sua própria detenção no Twitter. Segundo ele, a Polícia apreendeu seu telefone e seu computador.

As organizações de defesa da liberdade de imprensa denunciam, regularmente, os ataques por parte das autoridades turcas, especialmente depois da intentona golpista de julho do ano passado.

Em um ranking de 2017 sobre a liberdade de imprensa elaborado pela organização Repórteres sem Fronteiras, a Turquia ocupa o 155º lugar de uma lista de 180 países.

AFP