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Homem segura retrato de jornalista preso Kadri Gürsel durante protesto em Istambul

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Um tribunal de Istambul determinou nesta segunda-feira (25) a libertação do jornalista turco Kadri Gürsel, no âmbito de um controverso julgamento contra o jornal Cumhuriyet, crítico do governo do presidente Recept Tayyip Erdogan, mas decidiu que outros quatro detidos continuarão presos.

O juiz decidiu que Gürsel, um dos jornalistas mais respeitados da Turquia, poderia ser libertado após passar onze meses na prisão, embora continue sendo julgado por ter supostos vínculos com grupos "terroristas", constatou um correspondente da AFP. O julgamento foi adiado até 31 de outubro.

Espera-se que Gürsel possa deixar a prisão de Silivri, arredores de Istambul, na noite desta segunda, assim que forem concluídas as formalidades pertinentes.

Entre os que continuarão detidos está o diretor do jornal, Akin Atalay, e o editor-chefe, Murat Sabuncu, que, como Gürsel, estão na prisão há 330 dias.

O repórter investigativo Ahmet Sik, que está detido há 269 dias e o contador Emre Iper, detido há 173 dias, também continuarão na prisão.

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AFP