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Justin Bieber participa de um premiação em Los Angeles, no estado americano da Califórnia, em 27 de julho de 2014.

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O cantor canadense Justin Bieber se declarou nesta quarta-feira culpado de condução perigosa e de resistir à prisão em Miami, em um acordo que o permitiu se livrar da acusação de condução sob influência de substâncias tóxicas.

O ídolo adolescente aceitou assistir a aulas de controle da raiva e fazer uma doação beneficente de 50.000 dólares, em troca de se ver livre da acusação de dirigir drogado, segundo o acordo apresentado nesta quarta-feira em uma corte de Miami.

"O caso do senhor Bieber terminou hoje", comemorou seu advogado, Howard Srebnick.

O artista foi preso no dia 23 de janeiro por participar de pegas. Segundo a polícia, Bieber havia fumado maconha e tomado comprimidos ansiolíticos Xanax antes de sua prisão por condução perigosa.

O cantor de 20 anos, que faz as adolescentes delirarem com sucessos como "Baby" e "Boyfriend", dirigia um Lamborghini quando foi detido e teria ofendido os policiais com palavras obscenas durante sua prisão.

Bieber não parou de acumular problemas com a justiça nos últimos meses.

Ele foi condenado em julho a dois anos de liberdade condicional e a uma multa de 80.900 dólares por ter atacado com ovos a casa de seu vizinho em Los Angeles em janeiro.

No início do ano, também precisou se apresentar diante da polícia de seu país para responder por uma suposta agressão ao chofer de uma limusine que ele havia contratado.

AFP