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Mulher caminha pela praia antes da chegada da tempestade tropical Franklin, em Veracruz, em 9 de agosto de 2017

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A tempestade Katia se transformou em furacão nesta quarta-feira em frente às costas do estado de Veracruz, no Golfo do México, onde se movia de forma lenta e errática, enquanto as autoridades alertaram a população sobre as fortes chuvas previstas em várias zonas.

Trata-se do terceiro fenômeno ciclônico simultâneo no Oceano Atlântico, junto com o colossal furacão Irma, de categoria 5, e o furacão José, de categoria 1, segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos, com sede em Miami.

"Na sexta-feira à noite seu centro poderia atingir o estado de Veracruz com uma potencial elevação das chuvas", afetando também grande parte do território mexicano, declarou Roberto Ramírez, diretor geral da Comissão Nacional da Água do México (CONAGUA).

Às 21H00 GMT (18H00 em Brasília), Katia estava a 300 km do importante porto de Veracruz e se movia a 6 km/h com ventos máximos de 120 km/h, indicou o NHC.

Ramírez advertiu que há um maior risco de deslizamento e inundações de rios visto que grande parte dos solos se encontram saturados e que os corpos de água apresentam níveis altos, já tendo passado da metade da temporada de chuvas.

As previsões de trajetória indicam que na sexta-feira à noite seu centro poderia tocar terra em Veracruz (leste) e seguir por Puebla e Hidalgo (centro).

O governo de Veracruz estimou que Katia poderia afetar 195 municípios onde vivem quase um milhão de pessoas, e pediu à população que esteja atenta a possíveis ordens de evacuação nos próximos dias.

Trata-se do segundo ciclone que entra em território mexicano pelo Oceano Atlântico, após a passagem de Franklin no início de agosto.

Espera-se que Katia perca força e se transforme em depressão tropical no próximo sábado, segundo o Serviço Meteorológico Nacional do México.

Por sua localização geográfica e ampla faixa costeira, tanto no Pacífico como no Atlântico, o México é um dos países mais vulneráveis aos furacões, registrando ao menos uma dezena de fenômenos climáticos por ano.

No início do mês, a tempestade tropical Lidia deixou ao menos sete pessoas mortas no estado de Baixa Califórnia do Sul, no noroeste.

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AFP