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O Secretário de Estado americano, John Kerry, chega a Sydney para um encontro com líderes australianos.

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Os Estados Unidos condenaram duramente nesta segunda-feira os grupos beligerantes no Sudão do Sul pela demora e por sua incapacidade de estabelecer um governo de unidade.

Em virtude de um acordo firmado em maio, o presidente Salva Kiir e o ex-vice-presidente Riek Machar deveriam ter formado um governo até domingo passado. O prazo expirou sem perspectiva de um acordo em curto prazo entre os dois lados.

O secretário de Estado americano, John Kerry, criticou as duas partes por não chegarem a um acordo de paz e convocou a intervenção das instâncias africanas da região.

"Os ultimatos se sucedem, e os inocentes continuam morrendo", disse Kerry em um comunicado, acrescentando que "é hora de pôr fim aos atrasos e adiamentos".

Segundo ele, apesar dos "melhores esforços" da equipe de mediação da organização Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento (Igad, na sigla em inglês), "nenhuma das partes se compromete seriamente com as negociações de paz".

"É um escândalo e um insulto para o povo do Sudão do Sul", criticou Kerry.

Milhares de pessoas morreram, e 1,5 milhão fugiram dos combates entre as forças do governo e milícias desertoras tribais desde dezembro.

John Kerry condenou os combates na região de Maban, no norte do país, onde seis funcionários humanitários foram assassinados na semana passada, o que levou a ONU a retirar mais de 200 pessoas que ajudavam cerca de 127 mil refugiados sudaneses.

AFP