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O presidente eleito do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, em Frutillar, Chile, no dia 30 de junho de 2016

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O presidente eleito do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, assegurou que irá priorizar um projeto de lei sobre o sistema de pensões, em entrevista divulgada nesta sexta-feira, em Santiago, onde qualificou de "danosas" as medidas que permitem a retirada de dinheiro de fundos de pensão.

Em abril, o Congresso peruano aprovou uma lei que permite a partir dos 65 anos escolher entre cobrar uma pensão ou solicitar à Administradora de Fundos de Pensões (AFP) a entrega de até 95,5% dos fundos que correspondem ao trabalhador, estabelecendo que os afiliados podem usar 25% do fundo acumulado em sua conta para financiar uma casa.

"Até o momento foram retirados 300 milhões. Acredito que no Peru tenham sido tomadas medidas parciais e que são danosas para o sistema de pensões", comentou Kuczynski ao jornal La Tercera.

O presidente eleito do Peru, que participa em Puerto Varas das reuniões no auge da cúpula da Aliança do Pacífico (AP) que seu país compartilha com Chile, Colômbia e México, assegurou que será prioridade para seu governo mudar as normas de pensões.

"Temos todo um grupo de medidas que esperamos implantar no início do governo. Creio que as pensões, dada a natureza do assunto, deveriam ser uma lei à parte (...) buscaremos fazer uma reforma integral do sistema".

Formalizar a economia já que "temos somente 3 milhões de trabalhadores, de 19 milhões no total, que economizam para um pensão pública ou privada" será fundamental para conseguir uma reforma efetiva do sistema, assegurou Kuczynski.

O político - que irá assumir o cargo no próximo 28 de julho, após vencer no segundo turno por uma estreita margem a populista Keiko Fujimori - aproveitou sua presença em Puerto Varas para se reunir com a presidente chilena Michelle Bachelet e destacou os avanços das relações bilaterais marcadas por disputas territoriais do passado.

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AFP