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Líbano volta a se confinar até o final de novembro

Enfermeiros atendem paciente com coronavírus na UTI de hospital de Beirute em 2 de abril de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 10. novembro 2020 - 13:48
(AFP)

O governo interino libanês anunciou, nesta terça-feira (10), um confinamento "total" do país durante duas semanas, com algumas "exceções", para tentar conter o grande aumento de casos de covid-19.

Desde o início da pandemia em fevereiro, este pequeno país registrou 95.355 casos e 732 mortes.

Embora tenha conseguido controlar a primeira onda do vírus, de março a junho, graças a um confinamento precoce, o Líbano marca desde julho vários recordes de contágios, apesar de ter isolado dezenas de aldeias e cidades.

O primeiro-ministro Hassan Diab deu voz de alarme e avisou que o país ultrapassou uma "linha vermelha" e que os hospitais estavam no máximo de sua capacidade.

Segundo a imprensa local, este confinamento não afeta o transporte aéreo, as padarias, bancos, empresas nacionais de eletricidade, de comunicações ou as fábricas.

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