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O Parlamento venezuelano, em Caracas, no dia 17 de maio de 2016

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Um influente líder do governo venezuelano, Tarek William Saab, criticou a proposta de um setor do chavismo de pedir à Justiça que dissolva o Parlamento de maioria opositora.

"Na Venezuela existem posturas que, quando analisadas, podem, sim, ser extremistas ou radicais", disse Saab, defensor do povo e vinculado ao chavismo desde seu início.

O funcionário respondeu assim à imprensa sobre a explicação de Didalco Bolívar, porta-voz da coalizão que apoia o presidente Nicolás Maduro, que anunciou na terça-feira que a aliança partidária Grande Polo Patriótico (GPP) discutirá a possibilidade de pedir ao Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) a dissolução da Assembleia por usurpar funções do governo.

"Vozes isoladas (...) que estão pedindo a abolição das autoridades públicas não terão nenhum tipo de apoio nacional, porque são pessoas que devem assumir sua própria voz", afirmou Saab.

O defensor opinou que esse tipo de explicação poderia causar problemas nos chamados de Maduro a um diálogo com a oposição, que promove um referendo revogatório contra o presidente socialista.

Para o funcionário, a coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) faz o mesmo ao condicionar as conversas ao acontecimento da referida consulta.

A Venezuela está concentrada em uma luta de poderes desde que a MUD - que acusa o TSJ de servir ao governo - assumiu o controle do Parlamento em janeiro passado, pela primeira vez em 17 anos de governo chavista.

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AFP