Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Abu Bakr al-Baghdadi em única aparição pública, em vídeo de 5 de julho de 2014

(afp_tickers)

O líder do grupo extremista Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi, provavelmente ainda está vivo e se escondendo no Vale do Rio Eufrates Médio, afirmou um general nesta quinta-feira.

"Procuramos por ele todos os dias. Não acredito que esteja morto", declarou aos repórteres em teleconferência o tenente-general Stephen Townsend, comandante da coalizão contra o EI no Iraque e na Síria.

Townsend admitiu não "ter uma pista" de onde Baghdad esteja, mas acredita que pode ter fugido com outros soldados do Estado Islâmico para a região do Meio do Eufrates, saindo da Síria para o Iraque, após a coalizão e as forças locais atacarem os redutos do EI de Mossul, Raqa e Tal Afar.

"A última posição do Estado Islâmico será no Vale do Rio Eufrates Médio", assinalou Townsend.

"Quando o encontrarmos, acredito que tentaremos matá-lo primeiro. Provavelmente não vale a pena todo o problema para tentar capturá-lo".

Com 25 milhões de dólares como recompensa por sua morte, Baghdadi, nascido no Iraque, tem evitado de forma bem-sucedida os esforços de captura por mais de seis anos.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, que monitora o conflito, disse em meados de junho que soube de líderes do EI na província síria de Deir Ezzor que Baghdadi estava morto.

O Exército russo declarou também em meados de junho que estava tentando verificar se havia sido morto em maio durante um ataque aéreo na Síria.

"Não vi nenhuma evidência convincente, da Inteligência, outras fontes, boatos ou qualquer outra coisa de que estivesse morto. Há, inclusive, indicações de canais da Inteligência de que ainda está vivo", assinalou Townsend.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP