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Líder estudiantil presa na Nicarágua faz greve de fome

(Fevereiro) Manifestação em Bruxelas pela libertação de Amaya afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 07. março 2019 - 15:05
(AFP)

Amaya Coppens, líder estudantil belgo-nicaraguense presa na Nicarágua por acusação de terrorismo iniciou uma greve de fome para protestar contra o seu uso como "moeda de troca" no processo de diálogo iniciado no país, informou se pai, Frédéric Coppens.

"Ontem ficamos sabendo que as oito presas políticas que estão na mesma cela que minha filha Amaya iniciaram uma greve de fome há uma semana", informou por telefone à AFP.

Para elas, "todos os julgamentos políticos devem ser simplesmente anulados e a libertação de todos os presos políticos deve ser um pré-requisito para o início das negociações", acrescentou o pai da jovem estudante de medicina de 24 anos.

O governo de Daniel Ortega e a oposição traçaram na quarta-feira as regras de negociações que buscam uma saída para a crise na Nicarágua, que começou em abril com a repressão dos protestos antigovernamentais, resultando em 325 mortos.

Amaya Coppens é uma das centenas de pessoas presas por participar das manifestações de 2018 e é acusada de terrorismo e outros crimes sob uma lei questionada que criminaliza os protestos. Ela está atualmente na prisão de La Esperanza.

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