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(E-D) Peter Pilz, Heinz Christian Strache, Sebastian Kurz, Christian Kern, Ulrike Lunacek e Mathias Strolz durante debate em Viena, em 24 de setembro de 2017

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Peter Pilz, líder político austríaco, que viu seu movimento contra o "establishment" conquistar quatro cadeiras no Parlamento nas recentes eleições legislativas, renunciou nesta sábado após uma acusação de assédio sexual.

"Sempre lutei a favor de normas estritas e estas normas são aplicadas a mim", disse o político, de 63 anos.

Uma jovem afirmou à imprensa esta semana que Pilz, embriagado, a tocou durante uma reunião em 2013 na cidade de Alpbach.

"Suas mãos estavam em todas as partes", disse a mulher ao jornal Falter. Ela contou que outros dois participantes na reunião levaram o político para outra parte.

Pilz afirma que não lembra do incidente, mas que leva o assunto "muito a sério".

Na semana passada, Pilz rejeitou a denúncia de uma integrante do Partido Verde, que também o acusa de assédio em várias ocasiões quando o político pertencia a esta formação, que ele cofundou em 1986, antes de abandoná-la em julho para criar a "Lista de Pilz".

Pilz disse que negará as acusações na justiça.

Apesar da renúncia, o político disse que continuará assessorando a "Lista Pilz", integrada por artistas, acadêmicos e empresários.

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AFP