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A líder social argentina Milagro Sala, durante audiência judicial em Jujuy, Argentina, no dia 15 de dezembro de 2016

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A líder social argentina Milagro Sala foi levada nesta quinta-feira da prisão até uma casa que não é a sua, e sob estrito controle policial, informou à AFP o advogado Eduardo Tavani, que integrou o comitê para sua libertação.

A liberdade de Sala, de 53 anos, deputada eleita do Parlasul, foi solicitada por comitês da ONU, pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos e pela Anistia Internacional devido às más condições de detenção.

Sala ficou 20 meses na prisão acusada de crimes comuns, mas a oposição a considera uma prisioneira política.

Milagro "Sala foi levada a um espaço que não é a sua casa. Montaram para ela uma 'prisão' paralela. Está agora cercada de controles, vigilância com câmeras e focos de iluminação. É incrível. A casa deve ser o local natural de uma pessoa, seu lar conjugal e familiar", disse Tavani.

No entanto, o advogado considerou que "pelo menos foi dado um passo". A casa de reclusão fica em uma bairro periférico da cidade de Jujuy, em uma área pobre.

O local estava em seu nome, mas não é a casa onde mora com seu esposo. Trata-se de um complexo em construção onde funcionaria um abrigo juvenil da organização social Tupac Amaru, que ela lidera.

A dirigente não poderá receber visitas de multidões, ou de madrugada, segundo as disposições do juiz Pablo Pullen Llermano, que ordenou o seu traslado nesta quinta.

"Poderão entrar no imóvel um número de pessoas que não pode exceder sete por vez" e quem for deverá fazê-lo entre 07h00 e 20h00. A restrição "não se aplicará aos familiares diretos da acusada, cuja listagem deverá ser fornecida", detalha a ordem.

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AFP