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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas, no dia 17 de maio de 2016

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O legislativo venezuelano rejeitou nesta terça-feira o estado de exceção decretado pelo presidente Nicolás Maduro, alegando que a ordem do mandatário constitui uma "concentração de poderes".

O Congresso, controlado pela oposição, considerou que o decreto "aprofunda a grave alteração da ordem constitucional e democrática de que padece a Venezuela", e além disso, "representa um franco abandono da Constituição por parte do Presidente da República".

AFP