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No domingo, a Coreia do Norte realizou seu sexto teste nuclear, o mais poderoso até à data

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O governo britânico pediu nesta terça-feira que o Conselho de Segurança da ONU imponha novas sanções à Coreia do Norte por seus testes nucleares e que a China use sua influência para detê-los.

"Estamos pressionando o Conselho de Segurança a adotar uma nova resolução o mais rápido possível, impondo novas sanções e mostrando a unidade e a determinação da comunidade internacional", declarou o ministro das Relações Exteriores, Boris Johnson, ao Parlamento britânico.

Johnson lembrou que a China, o principal e quase único aliado do regime de Kim Jong-Un, já votou a favor do mais recente pacote de sanções contra Pyongyang, em 5 de agosto, mas convidou Pequim a exercer mais pressão.

"Exorto a China a usar toda a sua influência para alcançar uma solução pacífica para esta grave crise", acrescentou Johnson, cujo país é um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, juntamente com a China, a Rússia, os Estados Unidos e a França.

Em uma conversa por telefone com o presidente americano, Donald Trump, nesta terça-feira, a primeira-ministra britânica, Theresa May, também destacou o "papel-chave" da China e a necessidade de alcançar um "acordo rápido" sobre as novas medidas contra a Coreia do Norte.

"May indicou que o Reino Unido trabalharia com os Estados Unidos e seus sócios internacionais para continuar pressionando economicamente a Coreia do Norte por meio de novas medidas, incluindo sanções", indicou um porta-voz da chefe do Governo britânico.

No domingo, a Coreia do Norte realizou seu sexto teste nuclear, o mais poderoso até à data.

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AFP