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Homem sírio reza em julho em um cemitério em Khan Sheikhun, 100 dias após um suposto ataque de gás tóxico ter matado 88 pessoas, entre elas 31 crianças

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A Grã-Bretanha rejeitou nesta sexta-feira a proposta da Rússia de impor condições para a prorrogação do painel dirigido pela ONU para identificar os responsáveis por um ataque com armas químicas na Síria.

Os Estados Unidos têm um projeto de resolução no Conselho de Segurança para prorrogar, por dois anos, o grupo de especialistas das Nações Unidas e da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), e acusam o governo sírio de estar por trás do ataque com gás sarin.

A Rússia, aliada de Damasco, propõe uma prorrogação de seis meses do grupo, cujo mandato vence no dia 16 de novembro, e o início de uma nova investigação.

"O projeto de resolução russo é um estratagema cínico para desacreditar este grupo profissional, independente e imparcial", declarou o embaixador britânico Matthew Rycroft.

"A Rússia tenta atirar no mensageiro para encobrir o seu terrível aliado".

A Grã-Bretanha pediu ao Conselho que renove o mandato atual do grupo, "que já permitiu resultados rigorosos e conclusivos".

Ao menos 800 pessoas morreram após o ataque com gás sarin no dia 4 de abril de 2017 contra Khan Cheikhun, na província de Idlib, na ocasião controlada por rebeldes e jihadistas.

Em um relatório da ONU publicado no dia 26 de outubro, os especialistas se mostraram "convencidos de que a República Árabe Síria" foi "responsável pelo uso de gás sarin" no ataque, mas a Rússia o trabalho "superficial" e "pouco profissional" do grupo, argumentando principalmente que os investigadores sequer foram a Khan Cheikhun.

O Conselho de Segurança discutirá o relatório na próxima terça-feira.

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AFP