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A Boeing aumentou sua meta financeira atual, mas seus resultados trimestrais foram afetados por novos gastos com o avião KC-46

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A Boeing aumentou, nesta quarta-feira (25), sua meta financeira atual, mas seus resultados trimestrais foram afeitados por novos gastos com o avião KC-46, o único programa militar de relevância obtido pela fabricante americana para os próximos anos.

O lucro líquido caiu 18,7%, a 1,85 bilhão de dólares durante o terceiro trimestre do ano, ou seja, um lucro ajustado por ação, referência na América do Norte, de 2,72 dólares, contra os 2,66 dólares previstos em média pelos analistas.

O grupo explicou a redução de seus lucros por um gasto de 329 milhões de dólares, provocado por uma alta nos custos do KC-46, versão militar do avião de linha 767. Em 2016, os custos vinculados a este aparato tinham superado os 2 bilhões de dólares, por problemas de concepção e produção que tinham atrasado as entregas.

O diretor financeiro Greg Smith prometeu, há meses, que o KC-46 deixaria de afetar os lucros.

Em Wall Street, a ação caiu 0,90%, a 263,65 dólares, às 12H10 GMT (10H10 de Brasília), nas trocas antes da sessão.

Contudo, a Boeing ampliou sua meta financeira para este ano, calculando que vai pagar menos impostos em função da reforma fiscal projetada pelo presidente Donald Trump, que reduz significativamente as taxas pagas por empresas. O Congresso ainda não chegou a nenhum consenso sobre a reforma.

O lucro por ação poderia ficar entre 9,90 e 10,10 dólares em 2017, com o aumento para 12,5 bilhões de dólares, contra 12,25 bilhões previstos anteriormente.

Durante o terceiro trimestre, o volume de negócios cresceu 1,7%, a 24,31 bilhões de dólares.

Nos últimos três meses, a Boeing entregou 202 aviões.

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AFP