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Ministros de 11 países da região Ásia Pacífico após assinatura do acordo CPTPP em 8 de março de 2017 em Santiago

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O México debe se preparar para uma eventual incorporação dos Estados Unidos ao acordo transpacífico CPTPP, por se tratar de seu principal parceiro comercial, algo que pode acontecer a curto ou médio prazo, disse nesta terça-feira (13) o ministro de Economia mexicano.

"Do ponto de vista do interesse do Estado mexicano, nós não podemos ficar distraídos (...) esperando ser pegos de surpresa por uma reincorporação de nosso parceiro mais importante", disse o ministro Ildefonso Guajardo em coletiva de imprensa.

Onze países assinaram na semana passada o Acordo Integral e Progressivo de Associação Transpacífico (CPTPP), uma versão renovada do Acordo de Parceria Transpacífico (TPP), que fracassou há um ano após decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar seu país do pacto.

Depois de descrevê-lo como um acordo "terrível", o governo de Trump começou a dar sinais de querer se juntar ao CPTPP, que cria um mercado de 498 milhões de pessoas e representa 13% da economia mundial.

Guajardo disse que é difícil saber quando uma eventual reincorporação dos Estados Unidos pode se dar, mas destacou que atores públicos e privados do país, como o Senado e acadêmicos, consideram o tratado muito importante geopoliticamente.

"Em qualquer momento, seja no curto ou médio prazo, a incorporação dos Estados Unidos a este acordo é algo que não podemos descartar", destacou.

Os Estados Unidos são destino de 80% das exportações mexicanas e seu parceiro com o Canadá no Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta), em vigor desde 1994 e atualmente em renegociação a pedidos de Trump.

O ministro explicou que a integração de novos membros ao acordo deve ser avaliada por seus 11 integrantes. Contudo, esse procedimento acontecerá uma vez que o tratado entre em vigor.

"Há um cenário possível de o CPTTP entre em vigor até o fim de 2018, começo de 2019", adiantou Guajardo.

O tratado, considerado de maior envergadura atualmente em curso, foi assinado por Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã.

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AFP