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Captura de tela de uma câmera de segurança da prisão federal de Ciudad Juárez, no México, onde aparece o narcotraficante Joaquín El Chapo Guzmán, divulgada em 9 de julho de 2016

(afp_tickers)

Não aconteceu uma terceira vez para o poderoso Joaquín "El Chapo" Guzmán.

Diante da intensa onda de rumores nas redes sociais de que o chefe do cartel de Sinaloa havia fugido pela terceira vez da prisão, o governo mexicano divulgou uma foto do narcotraficante dentro do centro penitenciário de Ciudad Juárez (norte).

"Para os rumores, uma imagem", publicou no Twitter o secretário de Governo, Miguel Ángel Osorio Chong, na noite de sexta-feira.

A fotografia, uma captura de tela de um computador aparentemente das câmeras de segurança, mostra "El Chapo" vestido com um uniforme bege e sentado sozinho, com o olhar perdido, em uma mesa do que parece ser uma área comum do interior da prisão, de paredes brancas. Há quatro portas e guardas atrás dele.

A Comissão Nacional de Segurança (CNS) também se sentiu obrigada a emitir um breve comunicado à imprensa, afirmando que "o interno número 3912 se encontra recluso em sua cela, situada na ala de segurança máxima do Centro Penitenciário".

Desde a entrada do traficante na prisão, a CNS "estabeleceu um rigoroso esquema de vigilância que respeita os Direitos Humanos", acrescenta a nota.

A primeira vez que Guzmán escapou de uma prisão de segurança máxima foi em 2001, em Puente Grande (estado de Jalisco, oeste), supostamente escondido em um carrinho de roupa suja.

Foi detido 13 anos depois, mas em julho de 2015 fugiu de novo, desta vez através de um túnel quilométrico cavado debaixo da sua cela na prisão de El Altiplano, perto da Cidade do México.

"El Chapo", de 59 anos, foi recapturado em janeiro passado, e voltou a ser preso em El Altiplano.

Em maio foi transferido de forma inesperada ao centro penitenciário de Ciudad Juárez, com o argumento oficial de que a transferência fazia parte do rodízio regular de presos e que era também para melhorar a segurança dessa prisão.

A defesa de Guzmán apresentou vários recursos para evitar que ele seja extraditado para os Estados Unidos, o que é considerado uma prioridade para o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto.

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AFP