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Homenagem ao jornalista mexicano assassinado Rubén Espinosa, em Guadalajara, no dia 2 de agosto de 2015

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A justiça do México iniciou nesta quinta-feira o processo contra o ex-detento Pacheco Gutiérrez, acusado de homicídio e assalto no caso de Rubén Espinosa, o jornalista morto na capital do país com quatro mulheres, entre elas uma ativista colombiana.

O 25º Tribunal Penal "já decretou a prisão formal de Daniel Pacheco Gutiérrez, e com isto se inicia o processo", informou um funcionário do Tribunal Superior de Justiça da Cidade do México.

Pacheco Gutiérrez, 41, que já cumpriu dez anos de prisão por estupro e lesão corporal, foi detido no dia 5 de agosto como o autor do brutal crime cometido no dia 31 de julho passado, em um apartamento de um bairro de classe média da Cidade do México.

As cinco vítimas apresentavam sinais de tortura e foram mortas com disparos na cabeça.

Espinosa, 31, havia chegado à Cidade do México em junho passado, após denunciar ameaças ligadas a seu trabalho por parte do governo do estado de Veracruz (leste), onde residia.

A ativista social Nadia Vera, outra vítima de Gutiérrez, também denunciava ameaças por parte do governo de Veracruz.

Organizações dos direitos humanos e defensores da liberdade de expressão pedem às autoridades que investiguem uma possível represália como motivo do crime.

AFP