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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou em uma entrevista à rede de televisão espanhola La Sexta, transmitida neste domingo, que "um bolivariano continuará mandando" em seu país em 2019, após as eleições presidenciais.

Em resposta ao jornalista Jordi Évole, que lhe perguntou se ele se candidataria à reeleição prevista para o final de 2018, Maduro, no poder desde 2013, disse que isso será decidido pelo "movimento bolivariano venezuelano".

"Não me ofereço nem me nego. [...] O que posso te dizer é que aqui, no palácio de Miraflores, continuará mandando um bolivariano. Isso sim posso te assegurar", disse.

Maduro também afirmou que não há presos políticos na Venezuela, ao contrário do que asseguram vários países.

"Nenhum" dos opositores detidos "está preso por ter sido líder político, por ter promovido uma ideia, mas porque violaram as leis", disse Maduro.

Segundo a ONG Foro Penal Venezolano, há 353 presos políticos no país.

Em relação ao caso do opositor emblemático Leopoldo López, preso desde 2014 por ter incitado a violência durante protestos que deixaram 43 mortos, o presidente afirmou "lamentar" esta situação, mas disse que quer que o acusado "pague com as leis da Venezuela pelos crimes que cometeu".

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AFP