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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas, em 17 de outubro de 2017

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assegurou nesta terça-feira (17) que os venezuelanos deram uma "mensagem brutal" ao governo americano de Donald Trump e seus aliados nas eleições regionais, vencidas pela situação no domingo (15).

"Nosso povo deu uma mensagem brutal ao imperialismo, a Trump, a seus seguidores regionais e à direita local", disse Maduro em coletiva de imprensa, dois dias depois das eleições, cujos resultados foram rechaçados pela oposição e questionados pelos Estados Unidos e pela União Europeia.

Maduro assegurou que esta mensagem é produto da "consciência que o povo tem", apesar de que as "forças imperiais do norte lançaram" uma "guerra psicológica, política, econômica" contra seu governo.

"Não vai ser uma guerra econômica, nem uma inflação induzida que fará com que este povo se renda", acrescentou o presidente que, segundo pesquisas privadas tem 80% de rejeição devido à grave crise de alimentos e ao alto custo de vida.

O governo conquistou 17 dos 23 governos em disputa - também afirma ter vencido na última, mas o poder eleitoral ainda não fez o anúncio. Embora estivesse em 20 estados, o governo considerou o resultado uma grande vitória, pois as pesquisas davam a oposição como clara favorita.

Estados Unidos, França e União Europeia (UE) expressaram sua preocupação com a "ausência" de eleições livres, após os resultados do pleito venezuelano.

Na América Latina, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, falou nesta terça-feira da necessidade de eleições-gerais na Venezuela com uma autoridade eleitoral "independente".

A oposição, que acusa o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) de servir ao governo, pediu uma auditoria de todo o processo com verificação internacional e independente, pois apontou uma série de "irregularidades".

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AFP