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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas, em 10 de agosto de 2017

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou neste domingo que enquanto a ex-procuradora geral Luisa Ortega esteve à frente do Ministério Público (MP) bloqueou investigações de supostos casos de corrupção que ele ordenou, alertando inclusive os responsáveis.

O chefe de Estado disse que entregou a Ortega provas sobre supostos casos de corrupção de algumas empresas relacionadas com a Faixa Petroleira do Orinoco - rica reserva de 55.000 km2 -, mas o MP "avisou" aos "culpados".

"Quando informamos ao Ministério Público, o que fez? Agora já sabemos, avisou aos corruptos, saíram do país, lhes cobrou milhões de dólares com os quais abriu contas no exterior, em paraísos fiscais do Caribe", denunciou Maduro em entrevista à emissora Televén.

"Depois descobrimos o motivo pelo qual saíram do país, o Ministério Público eram quem os extorquia e protegia esses setores", afirmou.

O presidente assegurou - como denunciou o poderoso dirigente chavista Diosdado Cabello - que o marido da ex-procuradora, o deputado Germán Ferrer, "era o encarregado de uma rede de extorsão" que funcionava no MP.

"Agora é que descubro em toda a sua magnitude o que é uma rede que protegia a corrupção, uma rede de extorsão", acrescentou.

Maduro declarou que em seus quatro anos como presidente nunca contou com o apoio do MP de Ortega para combater a corrupção.

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AFP