Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Leopoldo Lopez em Caracas, em 8 de julho de 2017

(afp_tickers)

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, assegurou neste domingo que o líder opositor Leopoldo López, em prisão domiciliar, participou de encontros destinados a uma negociação para acabar com a crise política no país.

López, que está em prisão domiciliar, rebateu Maduro e negou ter participado em reuniões para uma negociação com o governo.

"Bem sabes @NicolasMaduro que não compareci a nenhuma reunião. Estou preso injustamente, primeiro em uma prisão militar, agora em minha casa", indicou López em mensagens no Twitter escritas por sua esposa, Lilian Tintori.

"O Sr. Leopoldo López, mesmo em sua condição de detento, participou de reuniões", afirmou o presidente durante seu programa semanal, sem especificar as datas dessas reuniões.

López, preso desde fevereiro de 2014, foi colocado em prisão domiciliar no dia 8 de julho por questões de saúde. Ele cumpre uma pena de 14 anos de detenção acusado de incitar a violência em protestos contra Maduro que deixaram 43 mortos naquele ano.

O governo venezuelano e a coalizão de oposição Mesa da Unidade Democrática (MUD) iniciaram na quarta-feira passada contatos da República Dominicana para estabelecer as bases para uma negociação.

No entanto, de acordo com Maduro, as partes estão em contato há mais tempo. "Se eu contasse o número de reuniões entre março de 2016 e 2017, poderíamos dizer mais de 100", disse ele.

Depois de ter concordado com a participação do Chile, México, Bolívia e Nicarágua como fiadores, os delegados de Maduro e a MUD se encontrarão de novo em Santo Domingo em 27 de setembro. A oposição anunciou no sábado a incorporação do Paraguai a esse grupo.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP